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domingo, 10 de abril de 2016

Abra-te César

Abra-te,  César! 
E  eu  me  abro  para  receber-te 
Com todo  o  calor  do  meu  corpo 
O que te  alucina 
É o meu ver-te. 
E  te  consolas 
Com meus  dedos  que  se  engelham 
És  o  consolo  para  o  meu  corpo 
Que,  mesmo  quando  te  escondo 
Sob a luz, vejo o teu gozo. 
E,  por  mais  que  queiras  escapar-te, 
Abro-me  abro-te 
Abrem-me  as  ideias  loucas. 
E  tu  te  me  tornas
 Com a  mágica  que  faz  abrir  todas  as  portas 
Das portas que levam a todos os nirvanas. 

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