Abra-te, César!
E eu me abro para receber-te
Com todo o calor do meu corpo
O que te alucina
É o meu ver-te.
E te consolas
Com meus dedos que se engelham
És o consolo para o meu corpo
Que, mesmo quando te escondo
Sob a luz, vejo o teu gozo.
E, por mais que queiras escapar-te,
Abro-me abro-te
Abrem-me as ideias loucas.
E tu te me tornas
Com a mágica que faz abrir todas as portas
Das portas que levam a todos os nirvanas.
E eu me abro para receber-te
Com todo o calor do meu corpo
O que te alucina
É o meu ver-te.
E te consolas
Com meus dedos que se engelham
És o consolo para o meu corpo
Que, mesmo quando te escondo
Sob a luz, vejo o teu gozo.
E, por mais que queiras escapar-te,
Abro-me abro-te
Abrem-me as ideias loucas.
E tu te me tornas
Com a mágica que faz abrir todas as portas
Das portas que levam a todos os nirvanas.
Juliana Barreto
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