Entre ele e ene
O desencontrar-se já não cabiaCabia romper os muros feitos de pedras de gelo e timidez Não cabia o medo Só o desespero
De perder
Não mais abraços não dadosNão mais beijos não roubadosNão mais mãos não dadasNão mais corações não atados Foi claro foi fato foi o mínimo Foi calmo foi raro foi lindo Foi o antes do não dito Foi o depois arrepender-se constrangido Foi sínico. E assim não mais abraços Apertados Não mais beijos Encontrados Não mais mãosApressadas Não mais corações Em cavalgadas Foi triste foi impedido Foi traumático foi desfalecido Foi frio todo o acontecido Ficou no dito pelo não dito
O encontrar-se já não cabia Também não cabiam as mãos dando cumprimentos sérios Amizade não cabia!Só a distância Física e não física
Não mais Não mais Não mais Não mais Não mais Não mais Não mais Não mais Não mais Não mais Não mais Não mais Não mais Não mais Não mais Foi mágico foi rápido Foi empolgante foi pálido Foi fatídico foi insípido Foi onírico.
O desencontrar-se já não cabiaCabia romper os muros feitos de pedras de gelo e timidez Não cabia o medo Só o desespero
De perder
Não mais abraços não dadosNão mais beijos não roubadosNão mais mãos não dadasNão mais corações não atados Foi claro foi fato foi o mínimo Foi calmo foi raro foi lindo Foi o antes do não dito Foi o depois arrepender-se constrangido Foi sínico. E assim não mais abraços Apertados Não mais beijos Encontrados Não mais mãosApressadas Não mais corações Em cavalgadas Foi triste foi impedido Foi traumático foi desfalecido Foi frio todo o acontecido Ficou no dito pelo não dito
O encontrar-se já não cabia Também não cabiam as mãos dando cumprimentos sérios Amizade não cabia!Só a distância Física e não física
Não mais Não mais Não mais Não mais Não mais Não mais Não mais Não mais Não mais Não mais Não mais Não mais Não mais Não mais Não mais Foi mágico foi rápido Foi empolgante foi pálido Foi fatídico foi insípido Foi onírico.
Juliana Barreto

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