Eu o olharia por toda a vida
Até o persuadir
Que é neste caminho aqui
Que você deve seguir.
Tal quais ouroboros
Terminar seu ciclo
E começar o nosso
Nessa nossa teoria de tudo
De que tudo são risos
Gargalhadas cravadas a cinzel
Na perfeição das suas covas.
Assustar-me-ia com estes pequenos infartos momentâneos
Justificados por nossa teoria
A teoria de que tudo que fizemos até agora
Sem justificativa, sem interesse, sem porquês...
(Que nada!)
Está tudo calcado, enraizado, eternizado nos nossos planos feitos outrora.
A teoria de que tudo isso se justifica
No nosso eterno agora.
Juliana Barreto
29/01/2018
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