E quando sua matéria se desmaterializa
Sua divindade em corpo de homem se corporifica
E os anos-luz de distância que nos separam
pouco a pouco se aproximam.
É que tudo tudo mais que tudo
faz sentido
É que eu percebo
Na respiração que ofega ou no sangue que circula
que você está vivo.
E o pouco do que você diz
se confunde com o doce do seu sorriso.
Obnubilada que estou com seus dizeres
reflexivos
Já não penso. Já não percebo.
Já só sinto.
Eu poderia ter dito tantas coisas
Permaneço tendo você meu amigo.
1/3/2018.
Juliana Barreto
Mestra em Letras/Estudos Literários (Unimontes-MG).
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